domingo, 5 de junho de 2016

Júnior revela emoção de conduzir a tocha olímpica na cidade onde nasceu

 

O revezamento da tocha olímpica em João Pessoa teve como um dos momentos marcantes o acendimento da pira no Busto de Tamandaré pelo ex-jogador Júnior. Emocionado, ele revelou que pediu à organização do Rio-2016 para conduzir a chama na cidade onde nasceu.

Júnior acende pira olímpica em João Pessoa (Foto: Reprodução / TV Cabo Branco)

- Já tinha participado do revezamento da Tocha do Pan, em 2007, no Rio de Janeiro. E quando me chamaram dessa vez, a única exigência que fiz  foi justamente o fato de ser em João Pessoa, na cidade onde nasci e vivi até os cinco anos. Só tenho que agradecer o carinho que recebi aqui nesses quatro dias, com familiares e amigos - disse Júnior, muito emocionado.

O ex-jogador do Flamengo e da Seleção Brasileira foi o 144º e último condutor da Tocha em João Pessoa. Júnior levou a chama por 200 metros e depois acendeu a pira numa emocionante contagem regressiva.

Júnior, tocha (Foto: Reprodução / TV Cabo Branco)

- Hoje foi inesquecível, principalmente, na minha terra, com meus conterrâneos, a gente vê o clima na hora do desfile ali. Realmente é uma coisa que eu vou guardar com muito carinho. Acho que é o reconhecimento do trabalho que eu faço. Já estou nessa vida, já tem 40 anos. Acho que isso na verdade é que te impulsiona ainda mais pra fazer as coisas direito. Hoje numa outra função, comentando os jogos. Mas só esse carinho que recebi aqui nesses últimos dias são a recompensa por qualquer sacrifício que eu tenha feito na minha vida - emendou Júnior.

Atual comentarista esportivo da Rede Globo, Júnior lembrou ainda o fato de ser um atleta olímpico, e como tal, tratou de valorizar o espírito dos Jogos.

- Pouca gente sabe, mas eu já disputei uma Olimpíada. Foi em 1976, em Montreal. A gente, que está ligado ao futebol, fala muito em Copa do Mundo. Mas as Olimpíadas têm um espírito diferente. No Canadá, estava ao lado da (ginasta romena) Nadya Comaneti, por exemplo. Estava almoçando ao lado dela... 

Júnior, tocha (Foto: Reprodução / TV Cabo Branco) 

Ainda no Busto de Tamandaré, atendeu aos fãs e fez um pedido especial: para que todo o país torça junto pelos atletas brasileiros.

- Agora não temos um time para torcer. Temos que torcer juntos pelo Brasil, para ganharmos o maior número de medalhas possíveis, independente da cor. Estou mais uma vez otimista em relação ao sucesso dos Jogos. Precisamos apoiar os nossos atletas. Não importa a cor da medalha. Acho que o mais importante é a gente medalhar - completou o Maestro.

De João Pessoa a Tocha seguiu neste sábado para Mamanguape, a sétima cidade paraibana a receber a chama olímpica. De lá, foi para São João do Mipibu, no Rio Grande do Norte.

quarta-feira, 18 de maio de 2016

Olivinha é garantia de raça em quadra




Olivinha é um jogador de basquete que tem, com certeza, sangue rubro-negro.  identificação com a torcida é tanta que funciona como uma espécie de regente doo time.

Olivinha jogou no Flamengo de 2002 a 2004, voltou em 2006 mas a atual passagem, a mais vitoriosa dela, dura desde 2012.  Jogador decisivo em muitos jogos que escrevem a linda história do basquete do Flamengo, é difícil não se encantar com a vibração que ele demonstra em quadra.

E claro, ele faz parte da história vitoriosa do time. Os títulos que ele conquistou:

★ Campeonato Carioca: 6 (2002, 2006, 2012, 2013, 2014 e 2015)
★ Campeonato Brasileiro: 3 (2013, 2014 e 2015)
★ Liga das Américas: 1 (2014)
★ Copa Intercontinental: 1 (2014)

Olivinha é tão vitorioso que a quantidade de título já chegou a dois dígitos, igual a fundamentos que ele costuma ter em jogos decisivos, como foi o quinto jogo da semifinal do NBB 8.

A vitória pode até não vir, a atuação pode não ser magistral mas a raça do Olivinha estará sempre a serviço do Flamengo. Esse tipo de coisa que faz uma equipe vencedora!

É muito ídolo do Flamengo!

terça-feira, 15 de março de 2016

Dois ídolos do Flamengo que não jogaram nada no Vasco


Não é de hoje que jogadores trocam de clubes. Ídolos de outros times já jogaram no Flamengo e ídolos do Flamengo já jogaram em outros clubes. Porém, dois ídolos do Flamengo que jogaram no Vasco foram um fracasso: Rondinelli e Julio Cesar Uri Geller

Não sei se comemoro esse fato ou se fico triste pelos ídolos.  Mas o fato é que eles brilharam com o Manto Sagrado, bem vestidos. São super campeões pelo Mengão e a gente agradece por isso.

O 'Deus da Raça' jogou dez anos pelo Flamengo e, de lá, acertou com o Vasco em 82. Porém, sua passagem pela Colina foi bem mais discreta. Em duas temporadas disputou apenas 34 jogos pelo clube e marcou dois gols.

Rondinelli defendeu o Vasco em 83 (Foto: Divulgação/Flamengo)

Julio Cesar foi  mais um destaque do Flamengo na década de 70 que se transferiu para o Vasco em meados da década de 80. Lesionado, foi convidado por Eurico para se recuperar no clube e atuar por seis meses. Acabou disputando somente nove jogos e não balançou as redes nenhuma vez.

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Identificados até o último fio de cabelo com o Mengão, o ar do Vaskin não fez bem aos nossos ídolos. É muito rubro negrismo mesmo!

quarta-feira, 17 de fevereiro de 2016

Fifa celebra o aniversário de Adriano Imperador

 
MiamiFC/Divulgação
Adriano Imperador Miami

A Fifa usou sua conta no Twitter nesta quarta-feira (17) para homenagear um dos grandes atacantes da história recente do futebol brasileiro. Adriano, o Imperador, completa 33 anos de muitas conquistas, hiostórias e polêmicas em sua meteórica carreira no futebol.

Revelado pelo Flamengo, o centroavante rapidamente encheu os olhos dos italianos da Internazionale de Milão que o levaram ainda jovem, com 19 anos. Após chegar a Milão, foi emprestado a Fiorentina e posteriormente Parma, clube pelo qual começou a se destacar. Retornou à Inter e rapidamente ganhou status de estrela devido ao enorme número de gols, habilidade e explosão. Foi chamado de Imperador pela torcida nerazzuri.

A Fifa relembra a participação do atacante na Copa das Confederações de 2005, ano em que brilhou pela Seleção Brasileira e ajudou o time a bater a toda poderosa Argentina na grande decisão com um gol polêmico já no finalzinho da partida. Em 2006, integrou uma das melhores seleções brasileiras (no papel), formando um quadrado mágico com Ronaldinho Gaúcho, Ronaldo e Kaká. A frustrada campanha na Alemanha marca o início do declínio da carreira do centroavante que acumulou passagens por São Paulo, Flamengo (onde sagrou-se campeão Brasileiro em 2009) e Corinthians (onde voltou a levantar o caneco nacional em 2011, marcando um único e decisivo gol sobre o Atlético na reta final da competição).

Após voltar ao rubro-negro sem sucesso, passou ainda por Atlético Paranaense e teve uma negociação interrompida precocemente o o Le Havre da França. Após ficar parado e chamar a atenção da mídia por sua vida fora de campo, Adriano tenta, agora, recuperar sua carreira no futebol dos EUA. O atacante assinou com o Miami United este ano.
 

segunda-feira, 11 de janeiro de 2016

Ah, o muro não pulado!

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A vida nos traz muitas histórias e no futebol não seria diferente. Uma das mais curiosas foi o fato do melhor lateral direito da história do Flamengo nunca ter disputado uma Copa do Mundo, mesmo sendo uma unanimidade na posição.  Mas o Leandro estava convocado para a Copa de 1986.

Porém, durante os preparativos para a competição, Leandro e Renato Gaúcho escaparam da concentração da Seleção para curtir a noite em Belo Horizonte, já que a seleção estava hospedada na Toca da Raposa I). No retorno, Leandro não conseguiu escalar o muro e, em solidariedade ao companheiro, Renato também permaneceu do lado de fora. Em seguida, Telê cortou Renato do grupo, mas manteve o nome de Leandro. Retribuindo o gesto de solidariedade, Leandro recusou-se a participar daquela Copa.

Leandro encerrou sua carreira precocemente em 1990, contabilizando 411 jogos e 18 gols marcados com a camisa rubro-negra. Nos dois anos seguintes, entrou mais 25 vezes em campo.

quinta-feira, 3 de dezembro de 2015

Sávio e o problema de saúde que quase acabou com sua carreira

Carrossel Entrevista Savio (Foto: Editoria de arte)

O ex-jogador Savio Bortolini Pimentel lançou o livro "Savio, dribles certeiros de uma carreira de sucesso", escrito pelo jornalista Renan Koerich. Hoje empresário, o ex-atacante lança um livro sobre bastidores de sua carreira, desde as categorias de base na Desportiva Ferroviária, passando pelo Flamengo até o sucesso no Real Madrid.

Dentre outras histórias, que correlaciona a sua vida de jogador com ideias e planejamento de carreira. Quem pensa que tudo é alegria na vida de um jogador que foi bem sucedido na sua carreira, está muito enganado.

Numa das passagens do livro, Sávio conta momentos dificeis, inclusive o momento que recebeu a noticia que tinha um problema no coração.

- (...) o momento mais difícil foi no juvenil do Flamengo quando eu tive um sério problema no coração. A aflição era receber a notícia após os exames de que não poderia mais jogar futebol. Foram uns dois meses de sofrimento, uma bateria de exames e depois veio a constatação que eu poderia seguir jogando e estava apto. - disse Sávio em entrevista ao GE.



terça-feira, 27 de outubro de 2015

Títulos do zagueiro Aldair pelo Flamengo

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Aldair começou sua carreira no Flamengo, em 1985, quando teve a oportunidade de jogar ao lado de ídolos rubro-negros como Zico, Andrade e Leandro.

Vestindo a camisa do Fla, participou das conquistas do Campeonato Carioca de 1986 e do  Brasileiro de 1987.

Campeonato Carioca: 1986
Taça Guanabara: 1988, 1989
Taça Rio: 1985, 1986
Brasileiro de  1987